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07 novembro, 2011
24 outubro, 2011
Fiz o que pude
Já nem vale a pena dar tudo por tudo, sempre que faço isto acaba com o mesmo final. Não vale a pena continuar neste ciclo e lutar, lutar e lutar por ti e tu no final simplesmente viras as costas. Estou farta! Não te preocupes, não desperdiço mais o meu tempo em choraminguices, em palavras bonitas, em passar imenso tempo a procurar mil e uma maneiras de te conseguir por sempre a sorrir. Vou usar esta energia em prol de amor próprio, a vida continua e só temos de nos esforçar para melhor de nós e só nós próprios. Ás vezes chego mesmo a pensar: o sentimento não é nem nunca vai ser mutuo, então para que estou eu com tantas esperanças e tanta convicção? Não, já chega. Custou mas acordei, não há dor nem desgosto que o tempo não cure.
Mas, bom ou mau, no final há sempre algo novo que aprendo: Nunca implores aquilo que tem que ser dado com vontade de dar.
Mas, bom ou mau, no final há sempre algo novo que aprendo: Nunca implores aquilo que tem que ser dado com vontade de dar.
20 outubro, 2011
Sorriso
Apesar de tudo, continuo a sorrir. Sorrir para os problemas torna tudo mais fácil, acredita. Por muito mal que possa estar há sempre alguma coisa que me faz sorrir, por mais pequena que seja! Hoje disseram-me "Quem me dera ter sempre a tua alegria, a tua felicidade, estás sempre contente Mafalda, és altamente.", foi mais um motivo para sorrir. A vida é curta, não devemos ignorar as pequenas coisas da vida, os namoros e paixonetas na adolescência, as zangas com amigos/amigas, as chatices com os pais, as más/boas notas... mas também não devemos dar demasiada importância de maneira a que nos chegue mesmo a prejudicar. Façamos da maneira que fizermos não podemos é desperdiçar tempo. Cada dia, hora, minuto, segundo, milésimo de segundo, o que seja, tudo é um momento, uns maiores outros mais pequenos, mas todos um momento. Um sorriso pode mudar tudo. Aproveita a vida.Quem quiser vencer na vida deve fazer como os seus sábios: mesmo com a alma partida, ter um sorriso nos lábios.
08 outubro, 2011
E, para variar, as coisas mudam...
Descubro hoje que um dos sentimentos mais duros de todos é sentirmo-nos completamente (ou quase completamente) presos a uma pessoa, e que por muito que queiramos soltar-nos dela simplesmente não conseguimos. Estamos demasiado ligados, demasiado colados, estamos presos em demasia porque a amamos com todo o coração. E o que pode piorar a situação? O sentimento não ser mutuo. Era tudo muito lindo se estivessem presos um ao outro por amor, era perfeito, mas como na vida nada é perfeito, toca a todos a imperfeição. Hoje sinto que estou presa a ti em demasia e há demasiado tempo e tu não fazes nem podes fazer a mínima ideia de que sinto isto.. Acho espantoso como tudo na vida é insignificante e indiferente para uns e a coisa mais importante na vida de outros.
02 outubro, 2011
31 agosto, 2011
29 agosto, 2011
Saber que estás tão perto e ao mesmo tempo tão longe. Saber com quem estás, aonde estás e como estás. Saber do que comes, do que bebes e do que te ris. Saber o que sentes. É bom estar presente e saber como estás, não é bom é não poder saber por ti, nem sequer poder perguntar qualquer coisa que seja...
28 agosto, 2011
É bom enquanto dura
Existem sempre coisas que nos fazem pensar, e que por mais tempo que já tenha passado e por mais que tu próprio já sejas passado para mim; há coisas que ainda mexem comigo e que de uma maneira ou de outra me provocam sempre um enorme aperto no estômago o que me faz estar mal humorada e sem paciência para nada (excepto para minha cama) durante algum tempo.. Todos nós temos essa fase: quando estamos á espera que a vida ande para a frente, no tempo de espera pensamos sempre no que deixamos ou não para trás, nas boas e más memórias que estão para trás, elas passaram mas não foram esquecidas. Mesmo assim agora ao saber que 'namoras' foi-me completamente indiferente, nada do que já não estivesse á espera. Sei o quanto és orgulhoso e determinado e que rapidamente ias seguir em frente, pelo menos mais rapidamente do que eu. Mas não, nada das coisas que soube me afectou. Antes, secalhar a esta altura estava aí, num canto a choramingar e a pensar "Mas o que é que ela tem que eu não tenho?" e provavelmente iria ficar com raiva da rapariga. Agora não. As coisas mudaram, sempre achei que me entregava muito a ti, mais do que o que merecias, mas agora não. Sinto que não sou garantida de ninguém, e não estou presa a ninguém como estive a ti. Sofri, doeu imenso, chorei mais do que bastante mas ultrapassei. O tempo cura tudo. Custou ainda mais porque em grande parte era tudo uma questão de hábito. Estava completamente habituada a ti, a falar contigo a todos os minutos, estava VIDRADA por ti posso mesmo dizer isso.. Agora és meu amigo, conhecido*. Não gosto de ti, mas amo-te por tudo o que me fizes-te passar, vais ser sempre o "oliver e benji". Foi bom enquanto durou (em parte).
08 agosto, 2011
23 julho, 2011
deixas saudade
Sinto que perdi tudo o que tinha para perder, que errei e que agora não posso fazer nada para voltar atrás. Falhei-te com várias coisas principalmente com a confiança que tinhas por mim. E agora a única forma de recuperá-la é fazer como no início: consquistá-la; neste caso, reconquistá-la*
Sinto que tudo me passou ao lado e que mais uma vez falhei. Prometi a mim mesma que nunca me ia distrair com nada, que ia estar sempre atenta e dedicada a ti, de uma forma pouco transparente, claro. Mas falhei, deixei que as pessoas, os sentimentos, que as coisas mais acertadas de se fazer me passassem ao lado. E não me restou mais nada senão utilizar as que restavam, as coisas, as decisões e actos errados, chamemos-lhes menos acertados*
Sinto-me desiludida comigo mesma, mas vou abraçar os meus erros como sempre tenho feito e foi por causa deles que eu me tornei na pessoa que sou hoje, por causa deles que aprendi e cresci. Sinto que tudo me escorregou pelas frinchas dos meus dedos, por mais pequenas que possam ser a verdade é que tudo escorregou, especialmente tu.
25 junho, 2011
cousin
Já de há algum tempo para cá tenho reparado que não tens sentido ou notado no quão as palavras que te digo são verdadeiras; no quão elas vêm de lá do fundo. Compreendo, porque é normal de muitas pessoas dizer coisas, por mais lindas que sejam, que não correspondem á verdade. E tu simplesmente me incluis nelas, injustamente claro. Mas ultimamente tenho sentido a dor de neste momento ser igual a todas para ti, porque antes diferenciavas-me com as palavras que me dizias, com gestos, com tudo.. Não faz parte do teu feitio seres muito afectivo ou mostrar o quanto gostas de uma pessoa, nunca fez, e era mais por isso que me sentia mais importante, diferente. Já passaram largos meses desde esses tempos, conhecia-te bem e sabia ver a tua maneira de ser com muita gente, por isso mesmo agora sei que para ti passo despercebida entre os outros. Principalmente nas POUQUÍSSIMAS vezes que estivemos juntos este ano.. Mesmo o cumprimento está diferente. Não estás a mesma coisa e isso custa-me imenso. E custa-me ainda mais não saber o porquê. Para mim já sabes, as pessoas não mudam. As coisas é que mudam, a vida muda e são as pessoas que mudam ambas, mas as coisas não mudam as pessoas; as pessoas apenas crescem. Mas talvez pense desta maneira agora porque já não convivemos da mesma maneira de antes, já não falamos tanto como antigamente, as coisas mudam. Mas acredita que não vou estar a sofrer mais, se as coisas mudaram só me tenho de habituar. O que não vou suportar mais é ver-te a 'marimbar-te' para mim (nós*). Há que seguir em frente.
24 junho, 2011
mômor
"Primeiro está a paixão, depois o amor." Paixão sentimos quase todos, mas e amor? O que será isso do amor? Será cair-me tudo quando te vejo, será o calor, o facto de estar (quase) mais de vinte e quatro horas por dia a pensar em ti? A verdade é que ninguém sabe explicar, é uma coisa que não se diz nem se explica, só sentindo. É a maneira mais linda do mundo para mostrar a uma pessoa, o quanto a amas. Mas tenho uma teoria, talvez:Sintamos que há imensas pessoas no mundo, mas tu és tu. Fazemos tudo para te ver e ouvir. Precisamos de falar contigo todos os dias e estar contigo embora nem sempre consigamos. Mesmo depois de estar contigo continuamos a sentir o teu cheiro, sabor, calor, tudo teu (agora nosso). Davamos tudo por ti, até mesmo a nossa própria vida se preciso. Sentimos que és a única pessoa que precisamos na nossa vida e que queremos ao nosso lado. Que és tu que aos pedaços, carinhosamente, vais tratando de nós e do nosso coração. És o único que nos consegue fazer sorrir quando estamos fracas. Acordamos de manhã com vontade de te ver e adormecemos á noite, depois de um dia inteiro contigo, com saudades tuas. E a cada dia que passa vamo-nos apaixonando mais por ti. Mas será que é mesmo assim? Não dá para explicar por muito que tentemos; mas mesmo assim para nos sentirmos seguros tentamos sempre dar uma pequena explicação do que o amor é. O que é amor? O amor é baseado no verbo amar no tempo presente, na primeira pessoa do singular (mas dirigido especialmente a ti). O que é amor? Acho que é não conseguir imaginar-me sem ti.. Mas o que é mesmo o amor? Amor é um não-sei-quê que surge não sei onde e que acaba não sei como.
coração fechado
O meu coração ainda bate muito, posso pensar em qualquer coisa: pensamento, sonho, memória; boa ou má, desde que tu sejas nela incluído o meu coração acelera e eu sinto-me cada vez mais e mais fraca, não sei se é de estar com o período e estar mais sensível especialmente hoje; eu só sei que tenho saudades, que te amo e que tenho saudades..
12 novembro, 2010
já passou algum tempo, e por muito que tenha tentado ser mudada, muita coisa continua completamente igual. agora percebo que não é como as pessoas dizem "o tempo cura tudo", "dá tempo ao tempo" e mais coisas do género... porque não cura, o tempo muitas vezes a única coisa que faz é andar mais e mais lentamente quando precisamos dele BEM acelarado! estes dois meses para mim foi como se fosse uma ou duas semanas, muita coisa continua igual, muitos sentimentos ficaram perfeitamente idênticos.. o que me custa muito admitir porque o que o meu coração pretendia era precisamente o contrário.
agora todos os dias são iguais. acordas de manhã, sais da cama, lavas a cara (em tentativa de tirares a cara de morta e te pores normalzita!), arranjas mais ou menos a mochila para sair.. se estiveres com apetite tomas o pequeno almoço, mas o habitual é deixar a boca apenas com um pouco de resto de pasta dos dentes e lá vais tu para a escolinha. o dia passa e tu nem consegues estar muito atenta ao que se passa á tua volta, porque ainda não conseguis-te tirar da cabeça o mesmo de sempre. sentes que apenas as aulas te distraiem minimamente e que o teu sorriso já não é igual, que agora é muito mais forçado e custa-te enganares-te a ti própria.. mas continuas. o dia acaba e tu já a mentalizares que as tuas pernas vão ter de se mexer para ir a pé para casa... também tens, obviamente que mentalizar-te que não podes ir por um certo caminho para não ter sequer a hipotese de veres certas pessoas, e assim continua o caminho para casa.. fones nos ouvidos com o telemóvel a dar sempre as mesmas musicas mas pelo menos a música esvazia-te um pouco a cabeça.. chegas a casa, lanchas qualquer coisa e enfias-te no quarto a "estudar" e a, novamente, ouvir a tua musiquinha. e o dia acaba praticamente assim, depois limitas-te a jantar o que a tua mãe ou tu fizerem para não ir dormir de barriga vazia, vestes o pijama e metes-te debaixo dos lençóis a tentar adormecer.. a ultima parte mesmo é os sonhos, que muitas vezes (mais ultimamente) têm piorado a situação porque mesmo que não queiras, podes sonhar com tudo o que te vier á cabeça de noite.. não tens o controlo de nada e custa...
e assim é um dia como todos os outros.. são raros os que são diferentes.. passas o dia todo com o coração ferido, com o sorriso fraco e os olhos tristes, e o unico objectivo é tentar que as pessoas não percebam como tu estás verdadeiramente. enfim, tudo escureceu e tu tentas por TUDO teres pelo menos um pouquinho de luz para te orientares no dia-a-dia e vais tentando sempre com que a luz aumente ao passar do tempo. eu estou aqui a escrever, mas sei (ou tento saber) que isto tudo é uma fase passageira que já se vai embora com o vento do Outono, mas enquanto não vai, bem que a vida podia parar um bocadinho..
até depois; cd.
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