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02 outubro, 2011
03 setembro, 2011
É fantástico como ainda sinto o teu cheiro agarrado a mim, ainda sinto o teu abraço, ainda sinto os teus lábios colados á minha testa, ainda sinto as tuas festinhas no meu cabelo, ainda sinto o teu corpo colado ao meu, ainda sinto os teus dedos a apertarem-me as bochechas e a esborracharem-me a cara com aquela tua força tão meiga e eu a mandar-te beijinhos, ainda sinto o teu colo, ainda sinto o perfume do teu shampoo. Ainda te sinto, apesar do teu lado da cama estar vazio e gelado, apesar do teu nome não existir na minha lista de contactos, apesar de isto já ser um passado bem apagado, apesar de tu quase nem existires na minha vida, eu ainda te sinto.
31 agosto, 2011
29 agosto, 2011
08 agosto, 2011
26 julho, 2011
25 junho, 2011
cousin
Já de há algum tempo para cá tenho reparado que não tens sentido ou notado no quão as palavras que te digo são verdadeiras; no quão elas vêm de lá do fundo. Compreendo, porque é normal de muitas pessoas dizer coisas, por mais lindas que sejam, que não correspondem á verdade. E tu simplesmente me incluis nelas, injustamente claro. Mas ultimamente tenho sentido a dor de neste momento ser igual a todas para ti, porque antes diferenciavas-me com as palavras que me dizias, com gestos, com tudo.. Não faz parte do teu feitio seres muito afectivo ou mostrar o quanto gostas de uma pessoa, nunca fez, e era mais por isso que me sentia mais importante, diferente. Já passaram largos meses desde esses tempos, conhecia-te bem e sabia ver a tua maneira de ser com muita gente, por isso mesmo agora sei que para ti passo despercebida entre os outros. Principalmente nas POUQUÍSSIMAS vezes que estivemos juntos este ano.. Mesmo o cumprimento está diferente. Não estás a mesma coisa e isso custa-me imenso. E custa-me ainda mais não saber o porquê. Para mim já sabes, as pessoas não mudam. As coisas é que mudam, a vida muda e são as pessoas que mudam ambas, mas as coisas não mudam as pessoas; as pessoas apenas crescem. Mas talvez pense desta maneira agora porque já não convivemos da mesma maneira de antes, já não falamos tanto como antigamente, as coisas mudam. Mas acredita que não vou estar a sofrer mais, se as coisas mudaram só me tenho de habituar. O que não vou suportar mais é ver-te a 'marimbar-te' para mim (nós*). Há que seguir em frente.
28 novembro, 2009
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